domingo, dezembro 21, 2014

Boas Festas 2014



Aproveito a época natalícia para desejar Boas Festas aos seguidores e colaboradores do blogue.
A essência do Natal gira em torno dos relacionamentos com as pessoas, aproveite a quadra natalícia, e reforce os vínculos com as pessoas especiais.

- Recuperar É Que Está A Dar - Ame, sinta, desfrute, descomplique, partilhe e acrescente algo com significado ao rumo da sua vida.

Para as pessoas que estão em recuperação da sua adicção, esta altura do ano apresenta algumas situações de risco de recaída (festas, presentes, pessoas, pressão, comida, memórias dolorosas, relacionamentos difíceis com pessoas). 
Anteveja cenarios de risco e elabore um plano de prevenção de recaída com objectivos realistas e específicos, de forma a manter a sua recuperação em primeiro lugar. Você não está sozinho/a, caso seja necessário apele aos seus recursos (pessoas e/ou instituições).
Se você se considera um/a adicto/a, a recuperação deverá ser a prioridade nº1 na sua vida.

Seja feliz!

sábado, dezembro 20, 2014

Estrutura do cérebro associada à recompensa/prazer e a adicção



O abuso de drogas, substâncias psicoactivas, do Sistema Nervoso Central, lícitas e/ou ilícitas podem comprometer o funcionamento normal do cérebro (estruturas cérebro responsáveis pela recompensa/prazer) contribuindo assim para a adicção/dependência.
Alguns sintomas:

  • Síndrome da abstinência, vulgo ressaca.
  • Tolerância à substancia psicoactiva, aumenta a frequência, a dose e o consumo (abuso), vulgo prazer imediato e oscilação dos sentimentos.
  • Continuar a usar drogas apesar das consequências negativas, vulgo perda do controlo.
  • De acordo com recentes estudos, as mesmas estruturas cerebrais associadas à recompensa/prazer também estão relacionadas com outros comportamentos adictivos, tais como o sexo, o jogo, as compras, os relacionamentos e o distúrbio alimentar. 

 Veja o video

quarta-feira, dezembro 10, 2014

Devemos viver no presente ou precisamos de contemplar o passado?


Gestão da dor e do conflito: Devemos viver no presente ou precisamos de contemplar o passado?
Durante os momentos mais atribulados do devir, optar por viver no momento presente, pode revelar-se uma excelente escolha. Reduz e atenua a intensidade dos pensamentos bizarros e o estado de alerta excessivo (medo); lixo toxico e inútil.

Diante a adversidade, da dor, do conflito, da impotência, quando tudo o resto falha, após múltiplas tentativas sem sucesso para encontrar a solução ou o alívio imediato, resta-nos concentrar todas as nossas competências cognitivas, emocionais e espirituais no momento presente – aqui-e-agora.

Viver no presente não significa ignorar os problemas, ser irresponsável ou revelar falta de determinação. Significa perspectivar, seleccionar e optar pelos pensamentos construtivos aumentando assim o leque de escolhas viáveis e positivas.
Estamos a cismar sobre aquilo que devíamos ou tínhamos ter feito? Com que frequência você utiliza as palavras; 1. devia ou 2. tinha, sem que obtenha um resultado esclarecedor ou apaziguador sobre o problema? Isto é, você utiliza o devia e o tinha somente para se punir ou castigar? Se a resposta é sim, opte concentrar o pensamento no aqui-e-agora.


Se você está a atravessar uma fase dolorosa da sua vida e após sucessivas tentativas para modificar a situação falharem, quando não restarem mais opções, especular sobre o passado ou futuro é uma perda de tempo e energia. Opte por viver um dia de cada vez, aqui-e-agora.