sexta-feira, março 29, 2013
Contra factos não há argumentos sobre o consumo de drogas
Vidas despedaçadas, com consequências irreversíveis, de acordo com estimativas das Nações Unidas, as mortes por ano relacionadas com com o consumo de drogas, no Mundo, podem atingir entre 99 mil e as 253 mil pessoas. De acordo com a mesma noticia, o canábis é a substância psicoactiva mais consumida, seguido pelas anfetaminas, os consumos de cocaína e heroína estabilizaram.
«O canabis não mata, mas pode conduzir à loucura.»
Publicada por
JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
à(s)
sexta-feira, março 29, 2013
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quarta-feira, março 13, 2013
Será o amor uma adicção saudável? Artigo do Dr. Robert Weiss
O Amor romântico e para onde vamos, depois de morrer, sempre
se destacaram como os grandes mistérios da humanidade. É difícil definir o
conceito do amor, apesar de ser diferente de pessoa para pessoa, mas é fácil,
para todos nós o reconhecerem. Você com certeza sabe quando é atingido pelo
amor; não é muito diferente quando é atingido pela gripe. Ao longo dos anos,
milhares de homens e mulheres, têm sido desenvolvidas várias filosofias sobre o
conceito do amor e/ou quando um individuo está sob o efeito do amor e as razões
pelas quais é necessário para a vida, todavia, as conclusões a que se chega não
acrescentam nada mais do “ Amor é a amizade em chamas”. Tais sentimentos são utilizados
para a composição de excelentes letras para musicas e/ou poesia, na realidade,
não se ajustam à perspectiva da psicoterapia. Ao longo dos séculos, e apesar de
inúmeras tentativas quanto a uma definição concreta de um conceito sobre o amor,
estas têm-se revelado infrutíferas, todavia, não há como negar; na realidade, o
amor existe e é essencial para a maioria dos seres humano, tal como respirar,
comer e/ou dormir.
Tradicionalmente, o amor é um estado de espírito associado
ao coração, inclusivamente, muitas pessoas afirmam sentir o amor no seu peito,
o que é compreensível visto o coração bater mais depressa quando estamos
completamente imersos nas fantasias do amor e/ou na descoberta/procura de um
parceiro/a romântico. Na realidade porém, o termo utilizado nestas circunstâncias
atribuído ao “coração” não é mais do que uma metáfora de algo que representa
uma parte essencial da natureza humana. O amor está dentro de nós. Nós
sentimos, gostamos e sofremos por ele e com ele. Algumas vezes, pensamos que
não conseguimos viver sem o amor. É capaz de fazer com que os adultos se
comportem como adolescentes, e aos adolescentes sentirem que agem como uns
idiotas. Perseguimos o amor, imploramos, mentimos, enganamos e roubamos por
ele. Idolatramos e somos capazes, sob o efeito do amor, compor poemas épicos. Mas
depois, no fundo, parece que pouco sabemos sobre o amor, ou não é?
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