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sexta-feira, junho 25, 2021
Living a Life Beyond Eating Disorders: A Conversation with Demi Lovato +...
Lemi Lovato e Jameela Jamil
segunda-feira, outubro 24, 2016
9 Factos sobre a perturbação do comportamento alimentar
9 Factos sobre a perturbação do comportamento alimentar.
É possível recuperar.
quarta-feira, outubro 12, 2016
Viver em função de números compromete a autoestima
«Não é o peso que dita a saúde e o amor próprio» Redefinir Imagem Corporal
E atrevo-me a acrescentar, peso e imagem. Contrariamente, ao
que podemos pensar, algumas pessoas com o peso e imagem, dito, «ideal» não são
pessoas com autoestima, visto adotarem comportamentos e dietas disfuncionais,
em relação a uma alimentação saudável e equilibrada. No caso da perturbação do
comportamento alimentar (anorexia, bulimia, ingestão compulsiva, vulgo binge eating) é o equivalente à ditadura
dos números (vive-se em função do numero das calorias, do peso na balança e da imagem).
Segundo o Dr. Walter Kaye, investigador da Universidade da
Califórnia (San Diego, EUA) afirma que as crianças predispostas a desenvolver a
perturbação do comportamento alimentar são perfecionistas, ansiosas e os
comportamentos são orientados por desafios rigorosos, competição excessiva e
extremamente exigentes consigo próprios, assim como, estão vulneráveis às
dietas restritivas e à imagem corporal. Contudo, a perturbação do comportamento
alimentar revela-se mais complexa do que as características perfecionistas e
pessoas extremamente competitivas.
Normalmente, quando temos acesso a informação sobre a
perturbação do comportamento alimentar (PCA) são através de noticias, nas
revistas ou na televisão, de figuras publicas a assumirem o seu problema. Na
maioria dos casos, são mulheres, atrizes ou modelos. Desta forma, podemos ficar
com a ideia errada, de que a perturbação do comportamento alimentar está
somente associada aos fatores externos; à pressão cultural do «corpo perfeito»
e às pessoas do sexo feminino. Apesar dos fatores culturais, das questões familiares
e ou eventos traumáticos, estarem associados à perturbação do comportamento
alimentar, de acordo com a investigação mais recente, não são assim tão
relevantes como se pensava, os fatores determinantes que contribuem para o PCA
estão localizados no cérebro (funcionamento de algumas estruturas cerebrais – circuitos
neuronais). É fundamental, compreender os fatores associados à doença, a fim de,
desenvolverem-se abordagens inovadoras ao tratamento. Para a maioria das
pessoas, sentar-se à mesa, proporciona sensações agradáveis, contudo para as
pessoas com perturbação do comportamento alimentar, a mesma situação
proporciona sensações desconfortáveis e preocupantes. Aparentemente, isso acontece
por questões biológicas (International
Journal of Eating Disorders, 2012).
sábado, junho 18, 2011
Não é o nosso corpo que precisa de mudar; são as nossas atitudes
O
convite à Margarida Araújo para participar no Recuperar É Que Está A Dar tem
dois motivos. O primeiro surgiu há vários meses atrás quando a vi, acompanhada
pelo seu Personnal Trainer, no mesmo
que Health Club que frequentamos e onde apeteceu-me chegar junto a ela dizer: “Desculpe,
mas só queria dizer-lhe que admiro imenso” só não o fiz por receio de ser mal
interpretado e porque na altura, a Margarida pesava 179 kg. Hoje Pesa 112 quilos e perdeu 67 em oito meses.O outro, mais recentemente, foi através
de uma reportagem de um jornal onde a Margarida, em conjunto com mais três indivíduos,
revelam a sua aventura e resiliência na mudança das suas atitudes.
Nesse
sentido, decidi propor à Margarida um simples questionário com 8 perguntas e às
quais ela respondeu, com honestidade, na totalidade.
Identifica alguém na sua família com
problemas de obesidade ou outro distúrbio alimentar?
Margarida Araújo: Sim. No que respeita à família nuclear, a mãe e a irmã mais velha. Não no grau de obesidade que alcancei, mas com distúrbios alimentares dessa ordem. No sentido mais lato de família, é possível identificar, entre os meus, tios, primos que sempre tiveram excesso de peso e tendência para engordar, mas sem chegar à obesidade.
Qual ou quais os factores que tenham contribuído para o agravamento do problema (obesidade)?
M.A.: Entre os meus familiares sempre houve o hábito de celebrar à mesa. Mesa farta, almoços que se prolongam pela tarde dentro. E, assim, se criaram maus hábitos alimentares e estilos de vida menos saudáveis.
Ansiedade. Acaba por ser um ciclo, comia porque estava nervosa…depois enervava-me porque tinha comido…e voltava a comer ainda mais.
“Perdido por 100, perdido por 1000…”. E deixamo-nos ir…e pensamos: mais quilo, menos quilos…
Nunca tive problemas de mobilidade e não se pode dizer que era uma pessoa totalmente sedentária, porque sempre andei muito a pé. Por isso, sempre me mexi bem e isso não era, para mim um problema ou algo que me levasse a fazer dieta.
Depois, também nunca tive problemas de saúde ligados à obesidade e, de certa forma, sentia-me uma gorda “saudável”.
Lá no fundo, sabia, que mais cedo ou mais tarde, esses problemas acabariam por surgir...mas quando surgissem, tomaria uma decisão.
Até que me apercebi, que o pensamento não devia, nem podia ser esse. E consciencializei-me que devia agir, antes de essas complicações surgirem.
Margarida Araújo: Sim. No que respeita à família nuclear, a mãe e a irmã mais velha. Não no grau de obesidade que alcancei, mas com distúrbios alimentares dessa ordem. No sentido mais lato de família, é possível identificar, entre os meus, tios, primos que sempre tiveram excesso de peso e tendência para engordar, mas sem chegar à obesidade.
Qual ou quais os factores que tenham contribuído para o agravamento do problema (obesidade)?
M.A.: Entre os meus familiares sempre houve o hábito de celebrar à mesa. Mesa farta, almoços que se prolongam pela tarde dentro. E, assim, se criaram maus hábitos alimentares e estilos de vida menos saudáveis.
Ansiedade. Acaba por ser um ciclo, comia porque estava nervosa…depois enervava-me porque tinha comido…e voltava a comer ainda mais.
“Perdido por 100, perdido por 1000…”. E deixamo-nos ir…e pensamos: mais quilo, menos quilos…
Nunca tive problemas de mobilidade e não se pode dizer que era uma pessoa totalmente sedentária, porque sempre andei muito a pé. Por isso, sempre me mexi bem e isso não era, para mim um problema ou algo que me levasse a fazer dieta.
Depois, também nunca tive problemas de saúde ligados à obesidade e, de certa forma, sentia-me uma gorda “saudável”.
Lá no fundo, sabia, que mais cedo ou mais tarde, esses problemas acabariam por surgir...mas quando surgissem, tomaria uma decisão.
Até que me apercebi, que o pensamento não devia, nem podia ser esse. E consciencializei-me que devia agir, antes de essas complicações surgirem.
Afinal,
nenhum gordo é saudável, porque a própria obesidade já é uma doença grave.
segunda-feira, setembro 22, 2008
Recuperação duradoura e a alimentação saudável

Na minha opinião a alimentação saudável é uma pratica corrente a ter em conta na recuperação duradoura dos comportamentos adictivos. Cada vez mais observo homens e mulheres, em recuperação há vários anos, ansiosos e preocupados com os seus hábitos de alimentação, e como consequência, obesos e inquietos com a sua saúde física, mental e espiritual. Uma vez ouvi alguém afirmar que “ Aquilo que comemos está relacionado com a forma como nos sentimos e tratamos.” Sabia que utilizamos determinados alimentos, aqueles que com elevado valor calórico, a fim de atenuar e/ou evitar emoções dolorosas?
Recuperação é regularizar e lidar com hábitos disfuncionais (sono, alimentação, gestão do tempo livre, meditação, higiene pessoal, saúde,), identificar comportamentos geradores de sentimentos dolorosos e em alguns casos compulsivos por ex. a comida, relações, sexo, jogo patológico, trabalho patológico e compras.
Na maioria dos casos agimos no prazer imediato, saciar o vazio interior, com coisas (pessoas, lugares, coisas e alimentos excessivamente calóricas; gorduras e açucares) e não optamos por adiar a gratificação e congratularmo-nos por isso. Queremos algo e já.
sábado, janeiro 05, 2008
Dicas Saudaveis Sobre a Alimentação
Dicas Saudáveis,
Muitas pessoas desejariam ter hoje o peso de há 10, 15 ou 20 anos atrás, peso esse que, sendo bastante inferior ao de hoje, até chegaram a considerar excessivo. Só que hoje mordem-se e chicoteiam-se por o não terem mantido mas perdido, só para mais tarde o encontrarem, e muitas vezes acompanhado... Iniciaram assim uma inimaginável, e por vezes alucinante, viagem pela "feira popular" onde é residente a famosa "montanha russa do peso"!
No meu mais recente artigo para a revista do Holmes Place, a "The Place", falei sobre o emagrecimento - esse grande, desejado, odiado, e complexo tema. Há quem faça enorme fortunas à custa dele, mas eu como aposto na educação, uma pessoa de cada vez, e para isso é preciso muito tempo e explicação, tenho fortunas mas é de esperança! Pela milésima vez expliquei a importância do prazer e do bem estar que devem estar presentes nas escolhas alimentares e nas escolhas da/s modalidade/s de exercício físico que fazemos diariamente. Poucos parecem entender e ainda menos o fazem, e como aqui "não posso fazer um boneco"... Vou continuando as minhas tentativas de esclarecimento sobre o assunto e encorajamento. Pois que o facto é que estamos a ficar cada vez mais gordos -- há que mudar qualquer coisa! Não?!?
Emagrecer pode ser um bom caminho mas para a maioria das pessoas (e isso inclui-a/o a si) a questão principal
que está em primeiro lugar;
primordial;
o mais importante;
essencial;
fundamental;
é conseguir manter
v. refl.,
conservar-se;
aguentar-se;
resistir com êxito.
o peso actual!
Se não sabe manter, para quê emagrecer? (Não estou a perguntar "porquê" emagrecer...)
Se pensar no historial do seu peso verá que este é um ponto que pode ser muito válido e bom para reflectir, antes de fazer promessas de Ano Novo que não pode cumprir... Enquanto pensa e reflecte:
- não faça dietas (que sei que não gosta)
- faça exercício físico moderado 5 a 7 vezes por semana (caminhadas de 30 minutos por exemplo, ou que gostar),
- coma fruta e verduras todos os dias (as que gostar)
- coma mais cereais integrais que refinados (os que gostar: se não gosta, aprenda a gostar!)
- tome sempre o pequeno almoço (o que gostar e também o que for saudável)
- e sorria (se gostar...)
:-) Um beijinho pesado em coragem!
Dra. Madalena van Zeller Muñoz- Nutricionista
Consultório: Rua Rodrigues de Freitas, n 3, 2º Esquerdo, 2780-293 Oeiras, Portugal.
Telemóvel: +351 93 828 73 98Telefone e fax: +351 21 441 2913site: www.madalenamunoz.comblog:
http://consultoriodenutricao.blogs.sapo.pt/
assine newsletter: http://mulher.sapo.pt/
Comentario: Com a participação no blogue de profissionais de varias "escolas" de conhecimento e pessoas anónimas ou outros desejo "enriquecer" a informação e proporcionar "alimento pró pensamento" a todos os interessados. "Estamos Todos no mesmo Barco"... "Juntos Conseguimos Aquilo que Sozinhos Não Somos Capazes". Desde ja agradeço à Madalena Munoz pela sua participação e um grande bem haja.
Muitas pessoas desejariam ter hoje o peso de há 10, 15 ou 20 anos atrás, peso esse que, sendo bastante inferior ao de hoje, até chegaram a considerar excessivo. Só que hoje mordem-se e chicoteiam-se por o não terem mantido mas perdido, só para mais tarde o encontrarem, e muitas vezes acompanhado... Iniciaram assim uma inimaginável, e por vezes alucinante, viagem pela "feira popular" onde é residente a famosa "montanha russa do peso"!
No meu mais recente artigo para a revista do Holmes Place, a "The Place", falei sobre o emagrecimento - esse grande, desejado, odiado, e complexo tema. Há quem faça enorme fortunas à custa dele, mas eu como aposto na educação, uma pessoa de cada vez, e para isso é preciso muito tempo e explicação, tenho fortunas mas é de esperança! Pela milésima vez expliquei a importância do prazer e do bem estar que devem estar presentes nas escolhas alimentares e nas escolhas da/s modalidade/s de exercício físico que fazemos diariamente. Poucos parecem entender e ainda menos o fazem, e como aqui "não posso fazer um boneco"... Vou continuando as minhas tentativas de esclarecimento sobre o assunto e encorajamento. Pois que o facto é que estamos a ficar cada vez mais gordos -- há que mudar qualquer coisa! Não?!?
Emagrecer pode ser um bom caminho mas para a maioria das pessoas (e isso inclui-a/o a si) a questão principal
que está em primeiro lugar;
primordial;
o mais importante;
essencial;
fundamental;
é conseguir manter
v. refl.,
conservar-se;
aguentar-se;
resistir com êxito.
o peso actual!
Se não sabe manter, para quê emagrecer? (Não estou a perguntar "porquê" emagrecer...)
Se pensar no historial do seu peso verá que este é um ponto que pode ser muito válido e bom para reflectir, antes de fazer promessas de Ano Novo que não pode cumprir... Enquanto pensa e reflecte:
- não faça dietas (que sei que não gosta)
- faça exercício físico moderado 5 a 7 vezes por semana (caminhadas de 30 minutos por exemplo, ou que gostar),
- coma fruta e verduras todos os dias (as que gostar)
- coma mais cereais integrais que refinados (os que gostar: se não gosta, aprenda a gostar!)
- tome sempre o pequeno almoço (o que gostar e também o que for saudável)
- e sorria (se gostar...)
:-) Um beijinho pesado em coragem!
Dra. Madalena van Zeller Muñoz- Nutricionista
Consultório: Rua Rodrigues de Freitas, n 3, 2º Esquerdo, 2780-293 Oeiras, Portugal.
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