
As relações amorosas de intimidade são uma parte importante no nosso universo emocional e espiritual, não religioso sem dogmas e ou divindades. São uma parte fundamental e profunda, como seres humanos e seres gregários; precisamos uns dos outros para obter qualidade de vida (auto estima, auto realização, limites, princípios e valores morais e éticos, unidade e coesão, confiança, cumplicidade) todavia porém, acontece conhecer pessoas que de inicio se revelam amistosas, cordiais, compreensivas mas que a médio ou longo prazo mudam de atitudes e comportamentos e tornam-se disfuncionais, agressivas e abusadores.
Apresento uma lista de sinais de perigo em relações potencialmente abusivas. Esta lista destina-se simplesmente a ser utilizada como orientação e proporciona algumas dicas para se estar atento. Não é destinada para o inventário negativo nem pretendo ser dogmático. Pode identificar outras “pistas” que não constem nesta lista.
Esteja atento e questione as relações onde:
Existe abuso de drogas e/ou álcool, jogo.
Existe um historial de problemas com a lei (ex. delinquência).
O potencial abusador/a não trabalha ou não vai à escola.
Existe abuso físico de crianças ou animais de estimação.
O potencial abusador/a abusa dos irmãos e/ou de outros familiares.
O potencial abusador/a envolve-se em lutas violentas.
O parceira humilha outras pessoas ou censura excessiva utilizando termos depreciativos.
O potencial abusador/a destrói coisas (bens e/ou propriedade).
O potencial abusador/a está sempre com raiva (agressividade) de algo ou alguém.
O/a potencial abusador/a tenta isolar o parceiro/a de outras pessoas (ex. amigos) e quer controlar com quem o parceiro/a está, e ou os locais onde esteve.
O/a potencial abusador/a faz criticas constantes ou força o parceiro/a a ter sexo quando este não está motivado/a.
O potencial abisador/a mente ou tem outros relacionamentos (relações paralelas).
O potencial abusdador/a é fisicamente “duro” (empurra, puxar, dar pontapés, etc.) .
O potencial abusador/a abusa do dinheiro do parceiro/a ou toma partido em outras situações, do dia-a-dia, em que o parceiro/a está em desvantagem.
O potencial abusador/a acusa o parceiro/a de se insinuar (ex. flirt e ou sedução) com outras pessoas, incluindo estranhos.
O potencia abusador/a faz acusações realçando a traição e estar a ser enganado/a.
O potencial abusador/a não ouve activamente o parceiro/a ou não mostra interesse nas opiniões e sentimentos...As coisas são sempre feitas à sua maneira.
O potencial abusador/a ignora, adopta o “tratamento do silêncio”, interrompe as conversas constantemente.
O potencial abusador/a mente, não aparece aos encontros, desaparece por alguns dias.
O potencial abusador humilha a família e/ou amigos do parceiro.
O potencial abusador/a faz comentários obscenos sobre outras pessoas na presença do parceiro/a.
O potencial abusador/a culpa o parceiro/a por todos os problemas.
O potencial abusador/a controla o que o parceiro/a veste ou faz.
O potencial absusador faz ameaças sobre suicídio se o parceiro/a quiser desligar-se da relação.
O potencial abusador exibe mudanças extremas do humor; por ex., diz que o parceiro/a é a pessoa mais interessante e no minuto a seguir afirma que é estúpido/a , gordo/a, ou afrontar (directamente ou indirectamente).
O potencial abusador/a compara o actual parceiro/a com outros/as parceiros/as anteriores.
O potencial abusador/a injuria e condena outros parceiros/as.
Todos nós, homens e mulheres, tememos esta possibilidade, porque quando nos envolvemos com alguém aquilo que nos atrai nessa pessoa são as suas características positivas, desejarmos partilhar e crescer emocionalmente (dar e receber) para que a relação se desenvolva e se solidifique naturalmente. Por vezes é extremamente difícil definir limites numa relação de intimidade porque o abuso instala-se de uma forma subtil e progressiva. A maioria de nós já se viu envolvido em relações disfuncionais, em que sentimos enganados, traídos, com dôr, vergonha e culpa, ódio, inseguros, isolados, chocados, rejeitados, ciúme extremo, angustia, humilhação, ou o oposto em que já magoamos seriamente alguém. Costumo dizer que as pessoas nos desiludem, mas nós também desiludimos os outros. Ninguém é perfeito.
Contudo, podemos sempre mudar hábitos e crenças disfuncionais (abuso) e adoptar atitudes e comportamentos que favoreçam a tolerância pela diferença, a compreensão, a dignidade e o respeito, a confiança, a honestidade, a empatia nos relacionamentos amorosos íntimos. Em situações de crise no relacionamento de intimidade, pedir ajuda a outra pessoa pode abrir uma “outra porta” e trazer alguma esperança e auto estima.
Apresento uma lista de sinais de perigo em relações potencialmente abusivas. Esta lista destina-se simplesmente a ser utilizada como orientação e proporciona algumas dicas para se estar atento. Não é destinada para o inventário negativo nem pretendo ser dogmático. Pode identificar outras “pistas” que não constem nesta lista.
Esteja atento e questione as relações onde:
Existe abuso de drogas e/ou álcool, jogo.
Existe um historial de problemas com a lei (ex. delinquência).
O potencial abusador/a não trabalha ou não vai à escola.
Existe abuso físico de crianças ou animais de estimação.
O potencial abusador/a abusa dos irmãos e/ou de outros familiares.
O potencial abusador/a envolve-se em lutas violentas.
O parceira humilha outras pessoas ou censura excessiva utilizando termos depreciativos.
O potencial abusador/a destrói coisas (bens e/ou propriedade).
O potencial abusador/a está sempre com raiva (agressividade) de algo ou alguém.
O/a potencial abusador/a tenta isolar o parceiro/a de outras pessoas (ex. amigos) e quer controlar com quem o parceiro/a está, e ou os locais onde esteve.
O/a potencial abusador/a faz criticas constantes ou força o parceiro/a a ter sexo quando este não está motivado/a.
O potencial abisador/a mente ou tem outros relacionamentos (relações paralelas).
O potencial abusdador/a é fisicamente “duro” (empurra, puxar, dar pontapés, etc.) .
O potencial abusador/a abusa do dinheiro do parceiro/a ou toma partido em outras situações, do dia-a-dia, em que o parceiro/a está em desvantagem.
O potencial abusador/a acusa o parceiro/a de se insinuar (ex. flirt e ou sedução) com outras pessoas, incluindo estranhos.
O potencia abusador/a faz acusações realçando a traição e estar a ser enganado/a.
O potencial abusador/a não ouve activamente o parceiro/a ou não mostra interesse nas opiniões e sentimentos...As coisas são sempre feitas à sua maneira.
O potencial abusador/a ignora, adopta o “tratamento do silêncio”, interrompe as conversas constantemente.
O potencial abusador/a mente, não aparece aos encontros, desaparece por alguns dias.
O potencial abusador humilha a família e/ou amigos do parceiro.
O potencial abusador/a faz comentários obscenos sobre outras pessoas na presença do parceiro/a.
O potencial abusador/a culpa o parceiro/a por todos os problemas.
O potencial abusador/a controla o que o parceiro/a veste ou faz.
O potencial absusador faz ameaças sobre suicídio se o parceiro/a quiser desligar-se da relação.
O potencial abusador exibe mudanças extremas do humor; por ex., diz que o parceiro/a é a pessoa mais interessante e no minuto a seguir afirma que é estúpido/a , gordo/a, ou afrontar (directamente ou indirectamente).
O potencial abusador/a compara o actual parceiro/a com outros/as parceiros/as anteriores.
O potencial abusador/a injuria e condena outros parceiros/as.



